Seguindo com minhas anotações.
Com a Resolução CFM nº 2.454, o Brasil estabelece a primeira norma específica para uso de IA na medicina.
• O ponto central não é inovação.
• É responsabilidade regulatória.
A norma define:
• IA como ferramenta de apoio (nunca substituta do médico)
• classificação de risco
• exigência proporcional de validação, auditoria e monitoramento
• responsabilidade explícita da diretoria técnica
Quanto maior o risco, MAIOR a exigência de GOVERNANÇA.
Quando cruzamos isso com os níveis atuais de maturidade hospitalar, o cenário é claro:
O setor ainda opera com baixa interoperabilidade, governança parcial de IA e capacitação clínica limitada para supervisão algorítmica.
Isso cria uma assimetria entre risco regulatório e capacidade organizacional.
Governança de IA não é mais opcional.
É requisito de sustentabilidade institucional.